segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Curionautas Doodles #32

* Essa postagem trás os Doodles, que são as mini-postagens com curiosidades que publicamos no Facebook




É verdade que há pessoas que não precisam de desodorante?

Apesar de que o desodorante é um produto de higiene pessoal muito estendido, nem todo mundo precisa de um. Segundo um estudo elaborado pela Universidade de Bristol (Inglaterra), cerca do 2% da população tem um gene que faz com que não produzam nenhum tipo de cheiro através das axilas. Para realizar o estudo, analisaram a 6.495 mulheres e descobriram que 78% delas usavam desodorante a diário, enquanto que 5% das pessoas que sim produziam estes cheiros, não empregavam este produto de forma corriqueira. Além disso, também chegaram à conclusão de que uma de cada cinco pessoas que não gera cheiros, utiliza desodorante todos os dias.

O gene causador desse cheiro seria o chamado "ABCC11", o qual, também propiciaria a produção de cerume seco. De fato, esta substância pode ser uma indicadora se a pessoa produz ou não cheiros em suas axilas. Embora também convém enfatizar que este assunto de cheiro, também depende em grande parte da idade e da higiene, já que para evitar qualquer problema desse tipo, é preciso ter um bom cuidado pessoal e manter limpa essa zona do corpo propensa a acumular suor e sujeira.


Via: scientificamerican.com




Como é o Milk-shake capaz de substituir a comida?

Nos últimos anos não poucos livros e filmes têm fantasiado com a possibilidade de que no futuro, a humanidade se alimente unicamente de comprimidos com grandes quantidades de nutrientes. N momento, a ideia não é mais que Ficção Científica, mas a verdade é que pouco a pouco avança para alimentos mais efetivos. Um exemplo disso é o milk-shake "Soylent", um produto criado pelo norte-americano Rob Rhinehart e que triunfa por sua eficácia reunir todos os nutrientes básicos às pessoas que o consomem.

Segundo seu criador, a substância amarelada tem os 35 nutrientes necessários para uma dieta saudável, pois inclui maltodextrina, proteína de arroz, farinha de aveia, azeite de colza e de peixe e uma mistura de vitaminas e minerais essenciais. Para obtê-lo, unicamente ele se informou de quais eram os nutrientes básicos e as quantidades recomendadas deles pelas autoridades e misturou tudo com água em um liquidificador.

O resultado agradou tanto que se propôs a obter 100.000 dólares graças ao "crowdfunding" (Financiamento coletivo) e em duas horas já havia conseguido esta quantidade. Assim, agora sua nova empresa recebe pedidos diários de 10.000 dólares ao dia, já que o invento conta com a aprovação da Administração de Medicamentos e Alimentos dos EUA.

Embora isso sim, os que o consomem afirmam que não tem sabor muito bom e que enjoa fácil; enquanto alguns médicos e nutricionistas consideram que a mistura não pode ser empregada como um substituto absoluto da comida. Por isso, fica a decisão do próprio consumidor fazer uso ou não para tentar melhorar sua dieta, enquanto que por agora, a aposta de Rhinehart está sendo um sucesso.


Via: en.wikipedia.org




É possível ser alérgico a sapatos?

Imagine ter que estar todo o dia descalç@ porque os sapatos dão alergia? É o que acontece a Tracy Kenny, uma inglesa de 45 anos que reside em Salford (Manchester). Seu caso saltou aos meios de comunicação porque há duas décadas padece de uma reação alérgica que a impede que calce sapatos. No princípio, o problema se manifestou como uma dermatite em suas mãos, assim que teve que deixar de trabalhar na fábrica onde se encontrava. Mas posteriormente a doença passou ao seus pés, tornando impossível que ela calçasse qualquer sapato.

Assim, neste tempo teve a baixa médica, recebendo 120.000 euros nos 20 anos que tem estado sem trabalhar. Mas a última revisão médica que passou mudou a sua vida, pois o novo regulamento do governo a converte em "apta" para desempenhar um trabalho. Agora a senhora Kenny se pergunta como poderá ir trabalhar ou ir à entrevistas de emprego se não pode calçar sapatos. "Só posso levar sapatos durante 10 ou 15 minutos antes de que meus pés se encham de bolhas e supurem. Estou realmente doente" afirma preocupada.

Além disso, a mulher indica que tem problemas de tireoides e diabetes, ao que se soma o stress por ter o filho servindo no Afeganistão. Mas o governo não escuta suas súplicas e afirma que "a decisão de se alguém está em condições de trabalhar, é tomada seguindo uma avaliação exaustiva e depois de levar em conta todas as provas médicas contribuídas pelo demandante". Portanto, Tracy Kenny terá que encontrar a forma de se incorporar ao mercado trabalhista.


Via: mirror.co.uk




Por que o medo pode paralisar a uma pessoa?

Há situações de medo intenso nas que o organismo reage de maneira oposta à fuga. Nesses instantes, a resposta é a imobilidade involuntária acompanhada de um incremento do Tônus muscular, ficando o corpo como que "congelado". Trata-se de uma resposta que está relacionada com a Substância cinzenta periaquedutal, um conjunto de neurônios que rodeiam a cavidade por onde circula o líquido cefalorraquidiano.

Esta está implicada em funções relacionadas com a modulação da dor, a ansiedade e a conduta reprodutiva. Assim, além de paralisar em consequência do medo, também podem incrementar as pulsações e a pressão sanguínea, preparando ao organismo para a luta ou a fuga.

É preciso levar em conta que a imobilidade se produz quando o perigo não é iminente, já que se a situação implica riscos imediatos a resposta programada por esta substância cinza seria de luta ou fuga. Em todo caso, a chamada "Pirâmide da medula oblonga" é um importante "ponto de convergência" para as diferentes redes de sobrevivência, porque é uma zona chave que une a Substância cinzenta periaquedutal, com a medula espinal e facilita a mencionada paralisação em determinadas situações de medo ou perigo.

Graças a esta recente descoberta realizada pela Universidade de Bristol, agora os cientistas esperam ter dado um importante passo para desenvolver tratamentos eficazes em transtornos como a ansiedade, os ataques de pânico e as fobias.


Via: en.wikipedia.org

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