quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Curionautas Doodles #69

* Essa postagem trás os Doodles, que são as mini-postagens com curiosidades que publicamos na na nossa página no Facebook




Os jovens são mais invejosos?

Essa é a conclusão de um recente estudo intitulado "Envy, politics, and age" ('Inveja, política e idade'), publicado pelas professoras Christine Harris e Nicole Henniger, da Universidade da Califórnia em San Diego, EUA, na revista Frontiers in Psychology.

Essas psicólogas trataram de averiguar se o ressentimento ante os sucessos alheios relaciona-se com determinadas variáveis, como a ideologia e os anos, e corroboraram um dado que já havia aparecido em outras investigações similares: que os adolescentes e os jovens por volta dos vinte anos, costumam ser mais invejosos que as pessoas com mais idade quando vêem que alguém desfruta de algo que eles desejam. Isto é, que a inveja diminui à medida que vamos amadurecendo e envelhecendo.

Harris e Henniger acham que esta circunstância tem a ver com a falta de controle sobre a própria existência e a frustração produzida, normalmente quando estamos nos inícios de nossas vidas, ao sentir que temos muito pouco poder de atuação para adequar a realidade a nossas expectativas.

Durante a juventude é mais fácil cair na inveja, porque almejam-se demasiadas coisas que não podem ser conseguidas. Com o passar do tempo, aumenta a sensação de levar as rédeas da própria vida. A partir de certa idade, se queremos algo, é provável que já o tenhamos alcançado. E se não o temos, é porque não compensa o esforço necessário para o conseguir e renunciamos a isso. Por tanto, ficamos menos frustrados.




Homens e mulheres sonham de forma diferente?

Pode se dizer que sim, ao menos segundo duas recentes investigações. Os resultados da primeira delas, levada a cabo na Faculdade de Medicina de Mannheim, na Alemanha, indicam que embora as mulheres sonham cada vez mais com o trabalho -o dobro que há cinquenta anos-, não sentem tanto estresse onírico como os homens, os quais sofrem recorrentes pesadelos sobre o escritório.
Outra descoberta de Markus Georgi e Michael Schredl, coautores do estudo, foi que nos sonhos femininos aparecem com mais frequência comida, roupas e situações relacionadas com o aspecto e com a infância, bem como a sensação de flutuar, submergir ou de cair pelo ar. Por sua vez, nos sonhos masculinos, abundam a violência e a sexualidade em palcos exteriores, com armas, ferramentas e longas estradas.
Estes especialistas também apreciaram que as diferenças de sonhos de gênero surgem em tenra idade. Os meninos sonham mais com monstros e animais grandes, enquanto que as meninas sonham com seres humanos e criaturas pequenas. Entre os doze e quinze anos, elas sofrem mais ansiedade por conteúdos que provocam inquietação.

O outro ensaio, dirigido por Jennifer Parker, da Universidade do Oeste da Inglaterra, em Bristol, ratificava que o mundo onírico delas é mais emocional e familiar, e decorre em espaços fechados, ao invés dos sonhos masculinos, que acontecem ao ar livre. Além disso, às mulheres são envolvidas por sentimentos mais complexos e desagradáveis e costumam envolver em maior grau, a membros da família.




Como foi encontrada a Pedra de Roseta?

Em 15 de julho de 1799, os soldados do exército de Napoleão que faziam parte da campanha do Egito, trabalhavam no reforço de um muro do forte Julien, próximo à cidade portuária de Rachid (Roseta), a 65 km a leste de Alexandria.
Em uma zona em que haviam estado escavando, o tenente Pierre-François Bouchard divisou uma pedra com inscrições que, intuindo sua importância, fez chegar aos especialistas que acompanhavam o exército napoleônico. O fato de estar escrita em três línguas já anunciava sua relevância, assim que foi guardada zelosamente, o que não impediu que acabasse em mãos dos britânicos quando estes arrebataram o Egito dos franceses.
O fato de conter o mesmo texto em hieróglifos, grego e demótico, permitiria finalmente a Jean-François Champollion, resolver o mistério da escritura egípcia. Desde 1802 a pedra de Roseta é exibida no Museu Britânico.

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