quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Curionautas Doodles #75

* Essa postagem trás os Doodles, que são as mini-postagens com curiosidades que publicamos na na nossa página no Facebook




Alguma vez nevou no deserto do Saara?

Sempre associamos os desertos a zonas extremamente quentes do planeta onde além disso, as precipitações são praticamente nulas. De fato, um deserto é um território arenoso ou pedregoso, que pela falta quase total de chuvas carece de vegetação ou a tem muito escassa. Mas, pode chegar a nevar em desertos áridos como o Saara? Embora pareça impossível, sim.

Segundo os registros aos que alcançam a memória e a tecnologia, uma única vez nevou em um dos desertos mais famosos e áridos do planeta, o do Saara. Ocorreu em 18 de fevereiro de 1979 e foi na fronteira da Líbia com a Argélia e Tunísia. Ali se situou um bolsão de ar frio que provocou uma nevasca tal que "paralisou o tráfego de algumas populações" apontam algumas crônicas da época.

Como aponta a agência de notícias científicas SINC, nos desertos, os dias costumam ser  muito quentes, com temperaturas que podem chegar aos 50 graus, mas as noites são bastante frias, com mínimas que podem ser situadas abaixo dos 0 graus. Em determinadas situações, coincide a chegada de muito ar frio com umidade, dando lugar a precipitações, que de forma excecional podem ser em forma de neve.




Qual foi o primeiro grande edifício pré-fabricado da história?

Pioneiro em muitos sentidos, o Crystal Palace foi levantado em 1851 para acolher a Grande Exposição de Londres.
2.000 operários o montaram em apenas três meses, e sem andaimes, os suas 300.000 lâminas de vidro plano polido.

O ex-jardineiro Joseph Paxton inspirou-se nas estufas usadas em botânica, para erigir a primeira construção de materiais modernos da história.
Lamentavelmente, um incêndio acabou em 1936 com o Partenon da Revolução industrial. Todos os edifícios de aço e vidro são descendentes seus.




O que é a síndrome de fadiga de contra-senha?

O banco online, o computador do trabalho, a conexão wifi, as redes sociais... Vivemos em um oceano de serviços e atividades que requerem senha.

Qualquer hacker com tempo e vontade, pode acessar as nossas informações protegidas, e por isso os especialistas em segurança informática não cessam de aconselhar sobre a melhor forma de configurar contra-senhas: devem ter mais de oito caracteres e combinar números, letras e sinais do teclado; não podem aludir a datas pessoais; precisam ser mudadas periodicamente, etc.

A questão é que tudo isso pode ser demasiado esforço nestes tempos de super-estimulação: muitas pessoas terminam caindo no que os especialistas chamam de síndrome de fadiga de contra-senha (Password fatigue ) e: acabam criando as senhas simples demais e repetidas, com o perigo que isso implica.

Segundo um estudo feito em 24 países, 40?% dos usuários não se preocupam por complicar suas identificações secretas. De fato, a senha mais frequente entre os usuários, fartos de introduzi-las constantemente, é 123456.

Além disso, a companhia McAffee estima que 60?% dos internautas visita regularmente entre cinco e vinte páginas que requerem password, e que a maior parte simplifica o processo.

Via: en.wikipedia.org

Nenhum comentário:

Postar um comentário