segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Curionautas Doodles #80

* Essa postagem trás os Doodles, que são as mini-postagens com curiosidades que publicamos na na nossa página no Facebook




Encontram restos fósseis humanos impossíveis de classificar

Uma equipe de pesquisadores chineses e espanhóis publicou um estudo em que revelam a descoberta de alguns poucos fósseis humanos encontrados no jazigo de Xujiayao (China) e que, segundo os próprios cientistas, são inclassificáveis, já que não pertencem a nenhuma espécie humana conhecida.

O trabalho, que foi publicado na revista American Journal of Physical Anthropology, conclui que estes restos, conformados por um maxilar infantil e vários dentes, poderiam representar a existência de uma nova espécie humana que habitaria a Ásia entre 60.000 e 120.000 anos.

Segundo o Grupo de Antropologia Dental do Centro Nacional de Investigação sobre a Evolução Humana (CENIEH), a análise detalhada da morfologia dental dos fósseis encontrados, evidencia que seus proprietários compartilhavam traços com os neandertais (Homo neanderthalensis) e com o mais primitivo do Homo erectus asiático, mas sem nenhum parentesco com nossa espécie, o Homo sapiens ou humanos modernos. Se trataria, portanto, de um novo homínido, ainda não descrito e que teria coexistido com neandertais e humanos modernos no Pleistoceno superior.

"Nosso trabalho põe em evidência a grande variabilidade das populações humanas da Ásia durante o Pleistoceno e adverte da necessidade de reconsiderar a taxonomia de muitos dos fósseis achados neste continente", explica María Martinón-Torres, coautora do estudo.




Se aproxima uma súbita reversão geomagnética?

A orientação do campo magnético terrestre mudou muitas vezes ao longo da história de nosso planeta. Não é um fenômeno que ocorra de um dia para outro -pode apresentar a mesma intensidade durante centenas de milhares ou inclusive milhões de anos-, mas por causas que ainda se desconhecem, em ocasiões, enfraquece e acaba se invertendo.

Agora, uma equipe internacional de pesquisadores de diferentes instituições, averiguou que o processo, não obstante, pode ser dado de forma muito rápida, inclusive em menos de um século, um suspiro a escala geológica.

Segundo indicam na revista Geophysical Journal International, isso foi precisamente o que ocorreu na última vez que teve lugar uma reversão geomagnética, há 786.000 anos. Os geofísicos assinalam que nos próximos séculos, poderíamos experimentar outra destas voltas, já que o campo magnético da Terra míngua na atualidade, umas dez vezes mais rápido do que se considera normal.

Embora não se trate de um acontecimento catastrófico -em princípio, por si mesmo não afeta negativamente aos seres vivos-, alguns especialistas propõem que poderia danificar de algum modo as redes elétricas e nos deixar mais expostos durante algum tempo às partículas carregadas emanadas do Sol e aos raios cósmicos, o que se traduziria em um maior número de mutações genéticas e casos de câncer.




Para que utilizavam pombas em conflitos bélicos?

Desde há muito tempo, os exércitos utilizam pombas para enviar mensagens e embora os meios modernos que foram surgindo, como o telégrafo e o rádio, colocaram as pombas para escanteio, em 1871, durante o sítio de Paris das tropas prussianas, foram enviadas mais de um milhão de mensagens através destas aves.

Sua eficácia foi tão vital que voltaram a empregá-las durante as duas guerras mundiais. Em contrapartida, ainda que o inimigo usasse às vezes a falcoaria (caça com falcões) e outros meios para interceptá-las, os textos costumavam ser encriptados.

Só a Grã-Bretanha utilizou durante a Segunda Guerra Mundial, cerca de 250.000 pombas mensageiras. E ainda seguem presentes. Há poucos anos, a polícia indiana capturou uma pomba que, desde o Paquistão, levava uma mensagem para um grupo terrorista.

Via: wiki.answers.com

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