terça-feira, 4 de novembro de 2014

Curionautas Doodles #81

* Essa postagem trás os Doodles, que são as mini-postagens com curiosidades que publicamos na na nossa página no Facebook




O primeiro bombeiro

Pode ser considerado a Marco Licinio Craso, ávido homem de negócios e senador romano que viveu do ano 114 ao 53 a. C., como o precursor dos bombeiros, porque foi o organizador do primeiro serviço contra incêndios de Roma.

Acontece que ele não o fazia precisamente de forma desinteressada, porque quando um edifício romano começava a arder -o que acontecia com bastante frequência-, Marco  Licinio apresentava-se no local e não dava a ordem de pôr em funcionamento as bombas d'água que levava para apagar o incêndio, enquanto o proprietário do imóvel não o vendia, em condições, logicamente muito vantajosas.

Se o dono não aceitava vender o imóvel, deixava que o edifício se consumisse entre as chamas. Seus métodos, portanto, lembram bastante aos da Máfia. Craso tornou-se imensamente rico especulando e extorquindo; seus negócios incluíam desde casas de prostituição a estas brigadas de bombeiros.




Como adoçavam a vida na pre-historia?

Naquela época, a única forma de obter açúcar era o aproveitamento dos frutos doces e daqueles que pudessem ser secados (figos, tâmaras).
E também recorrer ao uso do mel de abelhas pelo procedimento de saquear seus favos.

Uma pintura rupestre da gruta da Aranha, em Bicorp (Espanha), mostra uma cena de coleta de mel enquanto as abelhas revoam ao redor. Para o início da apicultura, no entanto, teve que esperar até os tempos do Neolítico.

O mel converteu-se então na única forma de obter açúcar, ao menos até a Idade Média, em que os agricultores aprenderam a extrair da beterraba e da cana-de-açúcar.




Quem realizou a primeira viagem em carro?

Foi Bertha Ringer Benz, esposa de Karl Benz, o fabricante do primeiro carro do mundo, o Patent Motorwagen, o mesmo que ela, junto a dois de seus filhos, pegou emprestado sem dizer nada ao seu marido em 5 de agosto de 1888.

A atrevida proeza consistiu em percorrer 109 km, uma distância que constituía uma verdadeira viagem, já que até então o novo veículo só tinha sido percorrido distâncias muito curtas.

Com este trajeto, durante o qual deu um bom susto às pessoas que encontrou no caminho, quis visitar a sua mãe e antes de mais nada, demonstrar ao seu marido, quem não confiava de todo no invento, que o veículo tinha um grande futuro. A viagem não teve percalces e supôs uma boa injeção de marketing para a nova invenção.

Via: en.wikipedia.org

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