quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Curionautas Doodles #83

* Essa postagem trás os Doodles, que são as mini-postagens com curiosidades que publicamos na na nossa página no Facebook




O que é a regra de 1% na Internet?

A web 2.0 é o vigente paradigma da Rede. O conceito alude às redes sociais, os blogs e outros elementos de internet em que resulta fundamental a colaboração e o intercâmbio ágil de informação. No entanto, uma teoria postula que, na maioria das comunidades on-line, 90% dos usuários limita-se a consumir conteúdos, um 9% contribui para difundi-los -com comentários e compartilhamento, por exemplo- e apenas o 1% restante é o que se encarrega da criação, até o ponto de que estes últimos parecem não ter vida fora da web. Por isso, essa hipótese recebe também o nome de regra do 90-9-1.

A regra é velha para os parâmetros de internet -foi popularizada em 2006 por Jakob Nielsen, guru da usabilidade web, baseando-se em investigações anteriores-, mas ainda gera controvérsias entre quem a consideram obsoleta e aqueles que a acham vigente.

Assim, Josh Bernoff, pesquisador e vice-presidente da consultora tecnológica Forrester Research, considera que é uma simplificação, já que se aplica a sites designadamente, onde sim, pode ser verdadeiro, mas não a internet como um todo. Não contemplaria, por exemplo, que uma mesma pessoa possa atuar como um mero espetador no Youtube ao mesmo tempo que mantém um blog ou uma participação ativa em comunidades de software livre.




O que é o efeito Streisand?

Este fenômeno típico da era da Internet, como o dos boatos e virais, se produz quando alguém ou uma instituição tenta silenciar alguma informação -pode ser um vídeo, uma foto, um twit...- e consegue o efeito contrário: circula bem mais que se não recebesse essa publicidade involuntária.

Seu nome se deve ao caso que protagonizou a atriz e cantora Barbra Streisand quando pretendeu retirar uma imagem aérea de sua mansão californiana em 2003. Efetivamente, o que fez foi despertar o interesse do público.

A lista de acontecimentos atribuíveis ao efeito Streisand é longa: desde a crise das caricaturas de Maomé, que transcenderam amplamente a audiência dinamarquesa à que estavam originalmente destinadas, até as célebres fotos das filhas de Zapatero com os Obama em 2009.






É possível digitalizar o eu?

Alguns especialistas em prospectiva tecnológica, que tratam de identificar os futuros avanços em função das investigações atuais, auguram que em algumas décadas será possível digitalizar o eu, isto é, transferir a uma máquina ou a outro corpo, nossas capacidades mentais. Segundo um destes ciber-gurus, o inventor e diretor de Engenharia do Google Ray Kurzweil, antes de meados deste século, terá lugar o aparecimento da inteligência artificial.

O avanço potenciará de tal forma os sistemas informáticos que os seres humanos se verão obrigados a se combinar com eles mediante diferentes tipos de implantes. De fato, em sua obra The Singularity is Near Kurzweil sustenta que isto permitirá simular com o máximo de detalhes, a atividade de todas as estruturas cerebrais de um indivíduo, por exemplo, cada um dos seus 85.000 milhões de neurônios.

Em teoria, deste modo seria possível converter em dados sua memória, habilidades e personalidade, fazer cópias de segurança delas ou inclusive instalá-las em estruturas não biológicas bem mais duradouras que o corpo de uma pessoa, um processo que se conhece como imortalidade digital. Esse é o objetivo último, por exemplo, do Projeto Avatar, impulsionado pelo multimilionário russo Dmitry Itskov.

Via: wiki.answers.com

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