terça-feira, 11 de novembro de 2014

Curionautas Doodles #85

* Essa postagem trás os Doodles, que são as mini-postagens com curiosidades que publicamos na na nossa página no Facebook




De quê brincavam as crianças romanas?

Na verdade, as brincadeiras não eram muito diferentes das crianças atuais, ou ao menos contemporâneas. Por exemplo, um dos jogos preferidos na infância dos romanos era o Jogo da bugalha ou Cinco-marias ou ainda, pipoquinha no Brasil, cujas peças podiam ser de osso, terracota ou de bronze.

Também era muito popular o chamado ainda hoje na Itália de la morra, que equivale ao nosso "par ou ímpar": dois mostram ao mesmo tempo um número determinado de dedos e ganha o que averigue a soma total.

A cabra cega era outro entretenimento. Assim como jogos parecidos às damas, o jogo da velha, os quebra-cabeças, os dados, jogos de bolinhas parecidas com as de gude ou o cabo de guerra. Mas algo que adoravam brincar, era de bonecas e de animais de estimação ao que chamavam de delicia.






Por que desapareceram os carros de vapor?

Embora ainda é possível encontrar alguns na atualidade, a maioria dos carros à vapor existentes são protótipos de competição ou velhos modelos recuperados para exibição.

Não obstante, em suas origens, algo mais de um século, estes automóveis apresentavam certas vantagens em frente aos de combustão interna.

Por exemplo, produziam menos ruídos e vibrações e resultavam mais fáceis de dirigir. Além disso, sua caldeira era acionada com parafina, mais acessível que a gasolina.

Ainda assim, em meados da década de 1910, foi-se abandonando sua produção. Acontece que em conjunto, eram consideravelmente mais caros e demoravam mais na hora ligar tais veículos.

Em 1914, um deles, o modelo 607 da marca Stanley oferecia um rendimento algo menor que o do famoso Ford T. Não obstante, o preço do primeiro ficava por volta dos 1.500 dólares da época (hoje equivaleriam a uns 78 mil reais), enquanto que o T podia ser conseguido por 800 dólares.

Naquele ano, produziram pouco mais de 500 unidades do 607 contra 300.000 de seu competidor. O mercado dos carros à vapor foi se tornando minoritário, até que praticamente deixou de existir.




Quem foi o primeiro cirurgião de guerra?

Considera-se que tão importante papel recai ao francês Ambroise Paré, quem viveu no século XVI. De origens humildes, empregou-se em Paris como barbeiro-cirurgião, depois no famoso hospital benéfico Hôtel-Dieu, e finalmente passou a ocupar seu posto na armada, onde permaneceria 30 anos.

Participou em numerosos conflitos bélicos e foi o primeiro que negou que as lesões causadas pela pólvora estavam envenenadas como até então acreditavam, e tratou eficazmente com um bálsamo a base de gema de ovo, água de rosas e Terebintina, em vez de fazer uso da brutal cauterização com óleo fervendo que era realizado naqueles dias.

Propiciou o uso de torniquetes nas amputações, a ligadura de veias e artérias nas hemorragias e o uso de bandagens. Impulsionou a lavagem das feridas, embora reconhecia ignorar por que, graças a isto, se evitavam "inchaços, febres e purulências".

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