terça-feira, 18 de novembro de 2014

Curionautas Doodles #89

* Essa postagem trás os Doodles, que são as mini-postagens com curiosidades que publicamos na na nossa página no Facebook




É verdade que os canhotos tendem a viver menos que os destros?

Sim. Assim indicou um estudo realizado a princípios dos anos 90 pelos cientistas norte-americanos Diane F.Halpern e Stanley Coren. Segundo o mesmo, a vida média dos destros é de 75 anos, enquanto que no caso dos canhotos não costuma passar de 66. Além disso, a diferença incrementa-se no caso dos homens, pois os destros costumam viver 10 anos mais que os canhotos, enquanto que no caso das mulheres a diferença é de apenas 5 anos.

A possível explicação  para isso? Acontece que o mundo está feito para os destros, pois este estudo também revela que os canhotos têm quase 6 vezes mais possibilidades de morrer que os destros em acidentes de tráfego ou trabalhistas. Além disso, também têm maior tendência a ter problemas neurológicos ou imunológicos.

No entanto, este fenômeno também pode ser explicado com base em argumentos menos fatalistas: Acontece, que haver menos idosos canhotos que jovens canhotos também se deve à tendência de tentar corrigir estes hábitos. Não em vão, muitas pessoas que nasceram canhotas acabaram se acostumando a usar a destra pelas convenções sociais; de forma que não morrem sendo canhotas e por tanto, não engrossam essas estatísticas.




Por que Mel Gibson tem fobia a comer frango?

O ator e diretor australiano Mel Gibson é um cara bastante peculiar. Tanto que o protagonista de ''Braveheart'' recusa o frango na hora de comer porque afirma que lhe faz crescer o pelo do peito. Uma mania surpreendente se tivermos em conta que o intérprete gosta de alardear sobre a sua masculinidade e costuma dar vida a "caras durões" no cinema.




A chamada "radiestesia'" tem algum fundamento científico?

Não. A radiestesia ou rabdomancia é a atividade de caráter pseudocientífico que afirma que os estímulos elétricos, electromagnéticos, magnetismos e radiações que emitem os corpos e objetos podem ser percebidos e recebidos pelas pessoas, seja de forma natural ou por meio de utensílios simples em suspensão instável como os pêndulos, varetas ou forquilhas.

Apesar de que muitas pessoas tentaram outorgar fundamentos científicos a estas práticas, não existem provas de sua veracidade e utilidade. É um conhecimento que se baseia fundamentalmente nas percepções individuais cimentadas na intuição e na experiência, assim que não pode ser considerado como uma ciência objetiva.

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