segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O Jardim dos Fugitivos - As Figuras das Vítimas da Erupção do Vesúvio

A erupção do Monte Vesúvio em 79 AD foi uma das erupções mais catastróficas e famosas de todos os tempos. A explosão lançou uma nuvem mortal de pedras, cinzas e fumaça a uma altura de 20,5 milhas (32,99 km), expelindo rochas derretidas e pedra-pomes pulverizadas, a uma taxa de 1,5 milhão de toneladas por segundo. Em última análise, liberou cem mil vezes a energia térmica liberada pela bomba de Hiroshima. A cidade de Pompeia foi extinta por fluxos piroclásticos e um número estimado de 16 mil cidadãos pereceram no evento.

Séculos mais tarde, quando Pompéia foi escavada por pesquisadores, foram descobertos os corpos decompostos de muitas vítimas. No lugar do corpo, verteram gesso nos espaços deixados pelos corpos decompostos e quando a terra foi removida após o gesso ter endurecido, treze pessoas, adultos e crianças, foram encontrados amontoados, em uma vã tentativa de se protegerem do ataque vulcânico de poeira, pedras e cinzas incandescentes.

Este lugar, onde antes havia um pomar antigo, veio a ser conhecido como o "Jardim dos Fugitivos" e oferece aos visitantes uma visão congelada das terríveis últimas horas de Pompéia. Os treze corpos eram de pessoas que estavam tentando fugir da poeira vulcânica mortal e rochas, que deu o jardim o seu nome.

Um grande número de artefatos e moldes de Pompéia também são preservados no Museu Arqueológico Nacional de Nápoles, Itália.







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