segunda-feira, 13 de abril de 2015

Levaram ele ao Hospital e ao Tirar suas Botas, Metade do Prédio Precisou ser Evacuado


As salas de emergências do Hospital Traumatológico Dr. Darío Contreras, localizado na República Dominicana, tiveram de ser evacuadas momentaneamente devido ao chulé insuportável de um motoboy acidentado. Esta avassaladora notícia é de 2014, mas só agora deu para sentir o seu aroma... passou a rodar pela web mundial...

Os ortopedistas e médicos de emergências se esqueceram dos ossos quebrados e se concentraram em combater o mau cheiro. Robinson Peralta Jiménez, de 24 anos, um motoboy da localidade de Ciénaga, chocou sua moto contra um veículo e terminou nas salas de emergências do centro assistencial.

A maioria dos médicos, enfermeiras e paramédicos abandonaram esbaforidos as salas do pronto-socorro, enquanto um ortopedista, que pediu que seu nome não fosse revelado, saiu à procura de água oxigenada para introduzir os pés do motoboy. No entanto, a água oxigenada não foi suficiente e foi necessário utilizar luvas cirúrgicas de mãos para cobrir os malcheirosos pés.

"Papá, así nooo!", disse-lhe um dos médicos ao dolorido motociclista.

"Él está muerto y no lo sabe!", comentou uma senhora que fugia da sala de emergências.

O jovem chocou contra o veículo conduzido por Freddy José Salazar, quem transladou-o ao Hospital Dr. Darío Contreras.

Luvas nos pés contra o chulé.



Peralta Jiménez de 24 anos, disse que vive em Ciénegas, é solteiro e tem um filho. Afirmou que ganha a vida como motoboy.

Não é a primeira vez que nas emergências do Hospital Darío Contreras um chulé descomunal desses provoca rebuliço entre o pessoal médico.
Em 27 de dezembro do 2013, um jovem ferido a golpes de facão em Villa Francisca, obrigou os médicos a cobrir seus pés com luvas de borracha, já que o cheiro dos seus pés era insuportável.

O pessoal de apoio da sala de emergências pegou os tênis do motoboy, envolveram em papel e amarraram com fita adesiva para evitar que o mau cheiro continuasse se propagando por todo o centro assistencial.

Um cinegrafista que saiu da emergência comentou no centro de imprensa, "Senhores, mandaram os pés do motoboy para o necrotério"

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