sexta-feira, 31 de julho de 2015

"Bruxa" Russa Suspeita de Cometer 10 Assassinatos Arrepiantes


A Polícia da cidade de São Petersburgo, na Rússia, investiga há dez anos uma série de horríveis assassinatos com mutilações, deteve uma suposta responsável: uma mulher de 68 anos que poderia ter assassinado dez pessoas.

A sequência de acontecimentos que levaram à descoberta da possível autora dos crimes começou na segunda-feira, dia 27 de julho de 2015, quando dois pacotes que continham partes de um corpo humano foram descobertos no sul de São Petersburgo.
Os restos pertenciam a uma idosa que havia sido desmembrada e jogada em uma lixeira. Pouco depois, foi descoberta uma sacola plástica com os quadris e as coxas da vítima.

A investigação levou a um apartamento em um condomínio próximo, onde viviam duas idosas. Os vizinhos disseram que não haviam visto uma das residentes há vários dias e a mulher que respondeu ao telefonema se apressou em confessar o assassinato de sua colega, afirmando que estava cansada dela.

Samsonova confessou o assassinato de sua colega, afirmando que estava cansada dela.

É então quando os agentes determinaram a identidade da suspeita do crime: Tamara Samsonova, de 68 anos. A Polícia investiga o possível assassinato de sua amiga Valentina, de 79 anos. Quando os investigadores encontraram sangue no quarto de banho da vítima, a investigação avançou descobrindo que este não era o primeiro crime violento cometido por Samsonova. 

A mulher mantinha há anos um diário detalhado sobre uma dúzia de assassinatos que supostamente cometeu desde os finais dos anos 1990. Um dos apontamentos descrevia o assassinato de um homem que alugava um quarto no edifício. Entre os detalhes mencionados no diário, figura que a mulher fez uma tatuagem no corpo desse falecido. 

Em 2003, a Polícia encontrou um corpo masculino mutilado com uma tatuagem no mesmo bairro e imediatamente associaram ao caso. A vítima nunca foi identificada.
Também vinculado aos assassinatos, a Polícia descobriu um livro exotérico com várias páginas arrancadas, cujas páginas foram encontradas junto com aos restos do corpo da vítima do assassinato de 2003. 

De acordo com o que está descrito no diário dela, Samsonova matou o seu próprio marido, cujo desaparecimento ela denunciou em 2005. Os investigadores não sabem dizer o que moveu à mulher a cometer os assassinatos, já que não parecem ser crimes passionais e aparentemente não houve nenhum benefício econômico à suposta autora. Samsonova será submetida a um exame psiquiátrico.

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