terça-feira, 28 de julho de 2015

Encontram Estranho Esqueleto Com Crânio Alongado No "Stonehenge Russo"


Durante uma série de escavações em túmulos de Arkaim, na região de Cheliábinsk conhecida como o "Stonehenge russo", arqueólogos encontraram um esqueleto feminino com o crânio muito alongado e deformado.

Um grupo de arqueólogos encontrava-se escavando na zona reservada de Arkaim, um cemitério dos séculos II e III antes de Cristo, composto de 15 túmulos em forma de ferradura. Sua primeira descoberta foi o esqueleto de um nômade, provavelmente uma mulher com uma grande deformação do crânio: o mesmo é muito alongado na parte superior. Segundo a diretora de Arkaim, Maria Makrova, essa era uma característica tradicional em muitos nômades das estepes euro-asiáticas no milênio I a.C.

Esqueleto desenterrado em Arkaim.

Há 2.000 anos, os nômades dos Urais do Sul ajustavam as cabeças dos bebês com vendas, fitas e tábuas para que seu crânio fosse deformado com o passar dos anos. Alguns cientistas acreditam que essa tradição tão brutal se devia a uma questão de estética: essa forma inusual da cabeça era considerada como sinônimo de beleza.

Arkaim foi uma cidade murada conhecida como o "Stonehenge russo", já que poderia ter sido utilizada pelos povos antigos para estudar as estrelas, tal como o lugar britânico.

Outra hipótese indica que um crânio assim permitia aos nômades se distinguirem entre seus membros. Além disso, a história alternativa sugere que a deformação craneal era uma prática da realeza que procurava imitar o aspecto de antigos "deuses" e "semi-deuses" que governaram os homens em tempos imemoriais. Exemplos desta "ligação divina" com os crânios alongados encontram-se do Antigo Egito até o Peru incaico.

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