quinta-feira, 21 de abril de 2016

Tasaday - Uma das Maiores Fraudes da História


Durante uma expedição realizada por uma Fundação, em 7 de junho de 1971, foi descoberta em uma região montanhosa da ilha de Mindanao, nas Filipinas, um povo que vivia literalmente na Idade de Pedra.

Os Tasaday, isolados do mundo há  2,000 anos, eram caçadores e coletores que falavam um dialeto desconhecido e viviam em cavernas.

Seu pouco contato com o mundo havia lhes impedido de conhecer produtos como o tabaco, fato que para os antropólogos era uma prova de sua incomunicação, pois essa planta começou a ser introduzida por todos os recantos do planeta desde o século XV, quando os primeiros viajantes se lançaram a explorar o mundo.

Os legítimos Tasaday dormiam em cavernas somente quando iam caçar.
Tão popular se tornou a "tribo" que a revista National Geographic dedicou uma capa e um documentário de uma hora, realizado sob a vigilância dos servidores públicos do governo do então presidente das Filipinas, Ferdinand Marcos.

No entanto depois da queda do ditador em 1986, uma investigação mais completa sobre esse povo foi levada a cabo. Em abril daquele ano, o antropólogo Oswald Iten, junto do jornalista filipino Joey Lozano, entraram nas famosas cavernas e descobriram que estavam completamente vazias.

Tribo Tasaday

Os tasaday de fato existiam e atualmente contam com cerca de 216 membros, mas não havia nada de surpreendente neles, eram similares a outras tribos do sudeste asiático: usavam ferramentas de ferro, vestiam roupas de algodão e só dormiam em cavernas quando iam caçar.

Essas novas evidências permitiram descobrir o autor da maior fraude antropológica da história: Manuel Elizalde, o diretor da fundação Panamin, dedicada a proteger os interesses das minorias. O diretor Elizalde, simplesmente "tirou da manga" uma tribo inteira usando os nativos locais com o fim de obter recursos econômicos, vários milhões de dólares, destinados a proteger o estilo de vida dos Tasaday. Assim chegou ao fim uma tribo "maquiada" de pré-histórica.

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