sábado, 6 de agosto de 2016

Publicam Pela Primeira Vez o Vídeo Soviético de Hiroshima e Nagasaki


O vídeo foi entregue ao premiê do Japão, Shinzo Abe, pelo presidente da Duma Federal russa, Serguei Narishkin, no mês de junho de 2016.

Os meios japoneses publicaram as imagens de Hiroshima e Nagasaki gravadas pelos operadores soviéticos no mesmo mês de agosto de 1945, após o bombardeio dos EUA.

É a primeira vez que Hiroshima e Nagasaki - que rememoram o 71º ano do bombardeio atômico em 6 e 9 de agosto, respectivamente - recebem as imagens obtidas pela antiga União Soviética das consequências dos ataques norte-americanos.

No vídeo, em preto e branco, com cerca cinco minutos de duração, se pode observar as ruínas das duas cidades japonesas, que ficaram completamente arrasadas.

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O Museu da Bomba Atômica de Nagasaki irá exibir o vídeo até o dia 2 de outubro de 2016.

O presidente de EUA, Barack Obama, visitou o Japão no dia 27 de maio para participar da reunião de cúpula do G7 e visitar a cidade de Hiroshima.

O presidente dos EUA, Barack Obama, presta homenagem às vítimas de Hiroshima em maio de 2016.

Apesar da importância histórica de sua chegada, o representante da nação norte-americana não pediu perdão pelo ataque que acabou com a vida de pelo menos, 140.000 pessoas.

Muitos japoneses descendentes das vítimas, e até alguns que vivenciaram os ataques, têm consigo que um pedido de perdão dos Estados Unidos, permitiria que os espíritos dos que morreram descansem em paz.

Quando o mundo apagou em Hiroshima e Nagasaki

Em 6 e 9 de agosto de 1945, os Estados Unidos enviava um último e destrutivo ataque sobre o Império Japonês: as bombas atômicas lançadas sobre as cidades de Hiroshima e Nagasaki puseram, segundo muitos historiadores, um ponto final à Segunda Guerra Mundial.


Segunda opção

É difícil de saber com exatidão o número de vítimas civis naquele mortal ataque: além dos milhares de mortos durante o bombardeio, muitas outras pessoas pereceram nos dias subsequentes em consequência das lesões e do envenenamento por radiação.

Além disso, desde o ataque, muita gente foi morrendo a cada ano vítima de leucemia e outras doenças também associadas à radiação.

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