quinta-feira, 1 de março de 2018

A ESCRITORA QUE MATOU BRUTALMENTE UM ADOLESCENTE AUTISTA PARA REALIZAR O SEU SONHO


A jovem britânica obcecada com histórias de serial killers e acusada de estrangular com um arame, esfaquear e sepultar em seu jardim, um adolescente autista australiano, foi condenada no dia 28 de fevereiro de 2018, pelo Supremo Tribunal da Austrália Ocidental, a prisão perpétua, com um mínimo de 28 anos de prisão efetiva.

O caso de Jemma Lilley, de 26 anos de idade, acusada de assassinar Aaron Pajich, um jovem de 18 anos com síndrome de Asperger, com ajuda de Trudi Lenon, de 46 anos de idade, em sua casa na cidade australiana de Perth, ficou conhecido em outubro de 2017.


O assassinato ocorreu em 13 de junho de 2016, quando Lilley convidou Pajich ao seu apartamento e o distraiu com videogames instalados em seu computador para logo atacá-lo pela costas. A homicida começou o asfixiado com um arame, até que este arrebentou e logo, ela apunhalou Pajich 3 vezes.


A condenada admitiu que queria saber antes de cumprir os 25 anos, o que se sentia ao matar uma pessoa e revelou que esse desejo formava parte da sua "lista de coisas por fazer antes de morrer", comentou o procurador James Mactaggart, quem agregou que após cumprir o seu objetivo, Lilley disse que "se sentiu tão orgulhosa e eufórica" que não conseguiu evitar de se gabar do seu feito ante os seus colegas no trabalho.

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O interesse de Lilley por crimes violentos, começou quando ela tinha pouca idade. Aos 16 anos, a jovem já havia escrito um romance protagonizado por um assassino apelidado de SOS, sigla da expressão style of smiles ("estilo de sorrisos"). A própria autora explicou que: "Ele é um assassino em série que tem imãs sob a pele do seu rosto, assim ele pode vestir máscaras e ele marca as vítimas com rostos sorridentes sob as solas de seus sapatos".

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2 comentários:

  1. Respostas
    1. E bem triste ver que alguém pode se sentir feliz e eufórico depois de matar alguém

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